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Dia D: Observatório apresenta Boletim Especial sobre a Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho

Publicado: Sexta, 29 de Setembro de 2017, 16h57 | Última atualização em Terça, 24 de Outubro de 2017, 17h40

De acordo com os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, 45,6 milhões de pessoas declararam possuir algum tipo de deficiência, número equivalente à 23,9% da população toral do Brasil. Dentre os tipos de deficiência declaradas pelo estudo estão: deficiência visual – equivalente à 18,8% da população, motora (7%), auditiva (5,1%) e mental ou intelectual (1,4%).

Do quantitativo total de pessoas com deficiência registrado pelo Censo em idade ativa, 53,8% foram declarados fora do mercado de trabalho. Embora haja uma determinação legal (Lei de Cotas – nº 8213/1991 e Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – nº 13.146/2005) em relação a integração de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal, os índices de indivíduos empregados revelados ainda são baixos, correspondendo a apenas 1% da população de deficientes do país e apresentando aumentos apenas nos registros de pessoas com deficiência intelectual.

Estabelecido o recorte de gênero, constata-se que mulheres com algum tipo de deficiência possuem mais dificuldade para adentrar o mercado de trabalho do que os homens. A população economicamente ativa de homens que declararam deficiência é de 56,4%, enquanto a de mulheres é de 43,1%. Considerando que, dos 45,6 milhões de deficientes no Brasil, 25,8 milhões são mulheres.

Programas de mobilização e políticas de incentivo, como o Dia D promovido pelo Ministério do Trabalho, são importantes para elevar os índices de contratações da população de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal. Esta iniciativa tem por objetivo promover a integração dessa parcela da população no mercado de trabalho com ações espalhadas em todo o País.

Diante desta realidade, o Observatório Nacional do Mercado de Trabalho apresenta o Boletim Especial sobre a Inserção de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. A publicação sistematiza dados e indicadores provenientes de bases de dados como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED); a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 Clique aqui para acessar o Boletim na íntegra.

 

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